1. Gratidão a Deus pela própria salvação – Os cristãos primitivos se dedicavam à evangelização ”por causa da experiência extraordinária do amor de Deus que Jesus Cristo lhes proporcionara” (Michael Green).
  2. Obediência à ordem de Cristo – “Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura” (Mc. 16:15).
  3. Privilégio de participar da obra do Messias – Pregar o evangelho é uma graça dada por Deus, como afirmou o apóstolo Paulo sobre si mesmo: “A mim, o mínimo de todos os santos, me foi dada esta graça de anunciar entre os gentios, por meio do evangelho, as riquezas incompreensíveis de Cristo” (Ef. 3:8).
  4. Senso especial de propósito e serviço na vida (“Para que eu existo?”)
  5. Consciência do sacerdócio de todos os crentes – “Mas vós sois a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o povo adquirido, para que anuncieis as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz” (1 Pe. 2:9).
  6. Compaixão e senso de responsabilidade pelos perdidos – “E, vendo a multidão, teve [Jesus] grande compaixão deles, porque andavam desgarrados e errantes como ovelhas que não têm pastor” (Mt. 9:36).
  7. Coragem – Eles não tinham vergonha do evangelho (conforme o apóstolo Paulo declarou de si mesmo em Romanos 1:16), nem medo de pregá-lo.

A declaração de Pedro e João reflete o sentimento dos cristãos em geral: “Porque não podemos deixar de falar do que temos visto e ouvido” (At. 4:20).