Segundo Alister E. McGrath, a angústia existencial, usualmente referida pelo termo alemão Angst, “é um significativo ponto de contato para o evangelho”. O apologeta, McGrath diz, “tem a tarefa de correlacionar [“método da correlação”, como trata Paul Tillich] o evangelho com esse senso de profundo incômodo, interpretando-o e enchendo-o com a presença do Deus vivo”.
“Em parte”, McGrath também diz, “Angst deve sua origem ao profundamente enraizado e pervasivo medo humano da morte”.
O mesmo autor afirma com propriedade: “Nós fomos criados para a vida eterna – e isso foi frustrado pelo pecado, que nos desvia de Deus e cria um senso de vazio ao fazer isso.”